As vozes da América
Não se calam
Saem do chão
Suamos liberbade
Sangramos por ela
Por ela morremos
Das tumbas
Um exército se levanta
Em todos os rincões do continente
Heróis do povo sofrido e guerreiro
Vivos e mortos
Braços dados
Índios, caboclos, negros, andinos...
Hermanos adiante
Da América revoa o grito
O urro de séculos
De um povo oprimido
Essa terra é nossa
As plantas que aqui crescem
Bebem de nossas lágrimas
Gerações infindas lanharam esse chão
Unhas e dentes
Nada pode mais nos calar
O som já vem do infinito
Do mundo das almas se unem a nós
É uma torrente inevitável a desabar
Vamos varrer nosso continente
Limpar nossa casa
Adiante...Libertad

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