sábado, 21 de outubro de 2017

                                          A VOLTA DE LULA E A AMÉRICA  LATINA
                                                                          
O que está em jogo no Brasil é todo um continente, é a liderança de oposição aos EUA e seus aliados/lucros contábeis em sangue e lágrimas dos povos latinos.
Todos os meios possíveis têm sido usados: a CIA, a mídia, os traidores vendidos e as pressões ideológicas do sistema alienante e alienista.
O grande tombo foi Cuba, o calcanhar de Aquiles da potência mesquinha e bestial. O continente inteiro vem desde lá resistindo , e a luta continua mais viva do que nunca até os nossos dias.
Não foi Elvis que não morreu, foi Che Guevara.
Há uma outra Presidenta vizinha voltando ao poder as voltas com outros entreguistas, a Venezuela resiste bravamente, a Bolívia e o Uruguai consolidaram seu avanço. O Chile, o Peru e o Equador seguem em sua caminhada segura rumo a liberdade e a autenticidade cultural de seu povo e aos seus anseios. O México em convulsão, bem como nós que estamos quase lá.
       
Mas é aqui, no Brasil, que está a ponta de lança do avanço continental. Desde que Lula assumiu o poder, tomamos a frente deliberada dessa ofensiva e já estávamos avançando rumo a uma coalização africana.

Com a descoberta do Pré-Sal o monstro carniceiro entrou em alerta máximo, teríamos os meios econômicos de não só consolidar essa nova frente independente no cenário internacional, mas também de nos tornarmos uma nova potência mundial a frente de um novo bloco e com capacidade de isolar os EUA na América e nos impor como nova força, juntamente com Rússia e China. Aqui ficará mais claro a campanha contra a Venezuela. Junte a produção brasileira de Petróleo, a descoberta do Pré-Sal e a produção Venezuelana e coloque tudo num só bloco?
Não se pode pensar EUA isoladamente. Seus parceiros vão se desestruturando, a União Européia não saiu lá muito bem como pretendido. A Espanha se reparte e a amada amante Inglaterra se viu quase que forçada a pular fora do barco e a amante preferida, Israel, empurrada ONU ladeira abaixo. E ainda têm que lidar com seu pior inimigo, Trump na Casa Branca.
Com esse quadro pintado, dá pra entender a razão de não haver um apoio agressivo a resistencia da esquerda brasileira pela Rússia e/ou pela China. Eles também não têm interesse em mais um concorrente no plano mundial das forças.
Quais empresas de que países compraram na liquidação das Lojas Era Temer? Associem..Simples assim.
Nesta luta, só temos os irmãos de chão. Os povos latinos americano. Com essa união e mútuo apoio sairemos vitoriosos, a partir daí os tubarões se sentaram a mesa de negócios políticos/econômicos de igual para igual conosco e nosso Continente. Antes disso, não se iludam, estão todos de olho na 'xepa' da feira.

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